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O Arcaico Modelo Contábil da Lei das Sociedades por Ações

IMPORTAMOS O ARCAICO E CRITICADO

Quando na lei das sociedades por ações, em 1976, introduziu-se um modelo contábil, foi ele copiado de um dos Estados Unidos, terra em que o critério já era acusado como defeituoso e incompetente para evidenciar com clareza a situação das empresas.

Graves acusações pesavam naquela época sobre o referido paradigma, contidas em uma publicação feita pela imprensa oficial estadunidense, em relatório do Senador Lee Metcalf (que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito contra os escândalos diversos no mercado de capitais).

Foi um ilustre professor da Universidade de Nova York, Abrahan Briloff que liderou o movimento de acusação às falhas do sistema contábil que nós, no Brasil, importamos para a nossa legislação.

Se na ocasião o modelo já era vetusto, arcaico, inconveniente, que se dizer agora depois das grandes transformações sofridas da década de 70 para cá?

Tantos são os defeitos do velho modelo que a importação só nos trouxe o retrogrado, em vez de seguirmos o que já no Brasil, desde 1952, no Congresso Brasileiro de Porto Alegre, sob a direção de uma comissão técnica, presidida por Francisco D´Áuria já se recomendava.

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