Corporativa

Bolsa do Rio pode comercializar créditos de carbono no segundo semestre

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio – O projeto de constituição do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões de Gases do Efeito Estufa (MBre), ou mercado de crédito de carbono, pode começar a operar na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro no segundo semestre do ano. A informação foi dada hoje pelo professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Virgilio Gibbon, coordenador do projeto nacional do MBre a pedido do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDic) junto à Bolsa de Mercadorias e Futuros(BM&F).

O MBre foi lançado pelo MDic e pela BM&F em dezembro último e permitirá ao Brasil, dada à sua condição de país em desenvolvimento que não tem metas a cumprir no Protocolo de Quioto, fornecer projetos que contribuam para a redução do efeito estufa, explicou Gibbon. Isso coloca o país na posição de gerar esses créditos que atualmente são comercializados no mercado internacional até na fase embrionária, antes da certificação.

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