Tributária

Confederações condenam MP 232 mesmo com alterações

As confederações nacionais da Indústria (CNI), da Saúde (CNS) e de Serviços (CNS) mantiveram sua posição contrária ao aumento da carga tributária previsto na Medida Provisória 232/04, mesmo depois das alterações propostas pelo relator, deputado Carlito Merss (PT-SC). Os presidentes das três entidades – deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE), José Carlos Abrahão e Luigi Nesse – reuniram-se na tarde desta quarta-feira com Merss para apresentar sua posição quanto à MP e ouvir uma explicação sobre as alterações propostas.
Ao final de duas reuniões com Merss, os presidentes das entidades disseram esperar que o relator mantenha na MP apenas os três primeiros artigos, que tratam da correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física, e elimine o restante. Integrantes da Frente Nacional contra a MP 232, os dirigentes foram unânimes ao classificá-la de um "saco de maldades" e ao afirmar que os prestadores de serviços não suportam mais nenhum aumento de imposto.

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