Tributária

Banco Santos explica ligação com empresa acusada de fraudar

São Paulo – O escritório de advocacia Sergio Bermudes, que representa o acionista controlador do Banco Santos, Edemar Cid Ferreira, divulgou nota na qual nega que a instituição financeira tenha qualquer relação com atos praticados pela Vale Couro Trading S.A. durante período anterior ao dia 30 de junho de 2004 e posterior a 22 de dezembro do mesmo ano. Um dos atuais proprietários da empresa,Roberto Fabrin, faz parte do grupo preso hoje pela Polícia Federal, acusado de fraudes contra a Receita Federal e Previdência, estimadas em R$ 2,5 bilhões.

Segundo explica o comunicado, assinado pelo advogado Ricardo Tepedino, o Banco Santos adquiriu ações da empresa em junho do ano passado e as devolveu em dezembro, por se tratar de ação resolúvel, ou seja, com direito a arrependimento.

A aquisição de ações da Vale Couro Trading S.A. está sendo investigada pela Polícia Federal (PF), como parte da operação Tango, que teve início hoje e visa desarticular uma organização criminosa envolvida em crimes financeiros e lavagem de dinheiro, presente em seis Estados.

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