Trab. Previdência

PASTOR NÃO É EMPREGADO

Ministro de confissão religiosa não presta serviços de forma subordinada a ponto de caracterizar vínculo de emprego. Assim decidiu, por unanimidade, a 6ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região - Campinas/SP. Pastor evangélico entrou com reclamação trabalhista na 2ª Vara do Trabalho de Campinas, pedindo vínculo de emprego com a Conferência Nacional Bíblica Boas Novas. Segundo alegou, além de trabalhar como pastor, exercia também as função de motorista e auxiliar de pedreiro. Como a vara trabalhista julgou improcedente a a . . .

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