Tributária

Banqueiros driblam apetite do Leão

Samantha Lima
O crescimento recorde dos lucros no setor bancário em 2005 não se refletiu na arrecadação federal. Enquanto os ganhos avançaram, em média, 40%, atingindo R$ 21 bi – segundo dados da Austin Rating – o pagamento de Imposto de Renda pelas instituições financeiras evoluiu apenas 9,9% no período – contra uma carga 11,7% maior para pessoas físicas e 22,4% para empresas não-financeiras. Não à toa, caiu a participação dos bancos na arrecadação do tributo, na contramão do ocorrido com pessoas físicas e com o setor produtivo.
O alívio fiscal dos bancos se deve a uma série de artifícios legais que permitem a redução da base de cálculo de tributos, de acordo com especialistas. O crescimento desigual na tributação perpetua a condição de participante com menor peso nas receitas do IR desfrutada pelos bancos. As instituições financeiras pagaram, em 2005, o equivalente a 17% do que desembolsaram as demais empresas ou mesmo as pessoas físicas (incluindo, na conta, o pagamento de carnê-Leão e desconto na fonte para o trabalhador).

Para ler a integra do artigo clique aqui

Print Friendly, PDF & Email
Americanas

Comentário fechado