Tributária

Terceiro Setor quer ampliação de incentivo fiscal

O presidente do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), Hugo Barreto, defendeu mudanças na política de incentivos fiscais para investimentos sociais, a fim de torná-la mais abrangente. O dirigente, que preside também a Fundação Roberto Marinho, propõe que a pessoa física que faz a declaração simplificada do Imposto de Renda também possa deduzir seus investimentos sociais. Atualmente, só quem utiliza o modelo completo de declaração pode fazer a dedução.
Barreto participa de audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) sobre o Terceiro Setor e o investimento social privado.

Lucro presumido
Quanto à pessoa jurídica, Barreto defendeu que o direito à dedução alcance as empresas que declaram pelo lucro presumido, já que apenas as empresas que declaram pelo lucro real é que são beneficiadas.
"O Terceiro Setor passa por um crescimento sem paralelo no Brasil", disse o dirigente, e hoje já representa cerca de 5% do Produto Interno Bruto"
(PIB). Ainda segundo Hugo Barreto, o Terceiro Setor é responsável por cerca de três milhões de empregos diretos.
O Gife tem 88 entidades associadas. Entre elas, estão a Fundação Roberto Marinho e a Fundação Abrinq.

O encontro prossegue no plenário 1.

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